Se você procura um lugar exótico, quer aprender uma cultura diferente e fica fascinado com histórias antigas, a China é o local ideal, com uma cultura que é o oposto da nossa!

Mas antes você deve saber algumas coisinhas para embarcar nessa aventura histórica. Uma delas é de conhecimento geral, que a China não é “ali na esquina”, os voos são demorados e cansativos. Pelos Estados Unidos e pela Europa a viagem fica um pouco mais rápida, porém convenhamos, pois a facilidade é até mesmo por motivos geográficos. No Brasil há uma nova opção de voo pelo Oriente Médio, mas qualquer escolha que você faça, a viagem irá demorar para chegar ao seu destino.

É preciso de visto, porém o processo é rápido, que pagando uma taxa, leva três dias.

Para quem nunca foi e tem curiosidade mais não sabe em qual cidade ir, são quatro as principais opções: PequimXangai, Xiam e Hong Kong. É um roteiro bem diversificado, desde do estilo moderno até a história da China.

Muitos dos guias turísticos falam espanhol e por incrível que pareça até estão aprendendo o português. A língua oficial é o mandarim e alguns lugares o cantonês.

Outra dica é levar dólar e trocar pela moeda local, o Yuan, essa troca pode ocorrer até mesmo no hotel.

Não se esqueça da gastronomia exótica do local, a lenda que se come cachorro é verdadeira, assim como escorpião, bicho-da-seda, pepino-do-mar, entre outros. Mas lá se encontram restaurantes com variedades de comida além, claro, do bom e velho McDonald’s.

No requisito de compras, não podemos esquecer que lá é o mundo “Made in China”, existe muita falsificação localizada em shoppings, ambulantes e mercados. Porém a dica é para não ir comprando tudo que vê pela frente, tome cuidado, pois alguns produtos são mal fabricados. Mas também existem as lojas que vendem os produtos originais.

É aproximadamente 1,3 bilhão de habitantes, então o trânsito é um caos, dependendo do lugar o ônibus de turista não passa ou precisa de autorização.

Dicas de lugares que merecem ser visitados: a Muralha da China, as barraquinhas de alimentação exóticas de Wangfujing, a Cidade Proibida, andar de riquixá (carrinho puxado por uma bicicleta), visitar os parques de Beijing, conhecer o Parque do tempo ou Altar do Céu e os parques Zhongshan Park e Jingshan Park.

Por Viviane Lima


Belém é uma cidade farta em mangueiras, daí ser chamada de “cidade das mangueiras”. Devido à miscigenação entre portugueses e índios durante a colonização é, também, chamada de “cidade morena”. Mas, a capital que a cada dia atrai mais olhares de fora do Brasil por fazer parte da região amazônica, tem outros atributos. Já foi considerada a capital brasileira das especiarias e é, hoje, o maior exportador de pimenta do reino.

E por falar em temperos, comida boa é o que não falta em Belém. Visitar a cidade sem experimentar algumas de suas preciosidades torna a viagem incompleta. Os sabores criados a partir do encontro de culinárias de diversas partes do mundo tornam a capital do Pará uma referência gastronômica. Alguns pratos já são conhecidos, como o Pato no tucupi (líquido amarelo extraído da mandioca brava) e o tacacá (prato que inclui goma feita de tapioca, camarão, jambu, erva também conhecida como agrião do Pará, e tucupi).

Outros precisam ser (re)descobertos como a maniçoba, feijoada paraense (feita com folhas de mandioca cozidas e moídas), carnes e temperos.

Se a viagem está programada ou já desponta em sonho, o site www.belemweb.com.br pode dar uma ajudinha no roteiro.

Por R. Tesch


Quem pensa que passar as férias em Floripa é sinônimo de tomar sol, banho de mar, água de coco e andar no calçadão, está muito enganado. Estas imagens, tão associadas às férias na praia, tem tudo a e nada a ver com a Ilha da Magia, pois férias em Floripa é muito mais que promessa de descanso e bronzeado.

Em seus 57 km de extensão, Floripa reserva ótimos shoppings, cinemas 3D, museus, teatros, vida noturna para os diferentes gostos, gastronomia espetacular (que vai da comida mexicana à tainha na brasa com pirão de peixe, tradicional prato da Ilha) e não falta o açaí na tigela ou a torta integral de banana, preferidos pelos surfistas.

Janeiro é ainda promessa de muita atividade esportiva ao ar livre, desde os esposrtes radicais como saltar de pára-pente na Praia Brava, até a mais “zen” prática de Yoga, no paradisíaco cenário da Praia Mole. Isto, sem citar o inesquecível mergulho subaquático na Reserva da Ilha do Arvoredo, para iniciantes ou mergulhadores profissionais.

Se o que você quer mesmo é caminhar, isso pode se dar com os pés na água, em uma das suas mais de 30 praias balneáveis, ou nos calçadões da Av. Beira-Mar, do Cacupé, do Sambaqui, ou no Parque Ecológico do Córrego Grande. Este parque situado bem próximo ao centro da cidade, tem suas trilhas desfilando entre a Mata Nativa, contém mais de 100 espécies de árvores identificadas e possui trilhas adaptadas em condições de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais de locomoção.

Ainda, se a noite estiver quente e sem vento, a dica é curtir a praia de Ponta das Canas. Com suas águas rasas e mansas, iluminação pública, turistas e moradores locais visitando a feirinha da pracinha, é frequente encontrar casais, pais e filhos, grupos de amigos, refrescando-se nesse cenário pitoresco.

Difícil será escolher entre os diferentes destinos e atividades oferecidas. Se depois das férias inesquecíveis, o turista ficar com a sensação de que não conseguiu aproveitar tudo e faz a promessa de que voltará nos próximos verões, isso não é um sentimento individual, é a sensação coletiva de todos que descobrem a magia da Ilha.

Para conferir a programação de atividades culturais, esportivas e das badalas programadas para este verão, acesse www.floripatem.com.br – ali você encontra desde onde emprestar bicicletas, até onde assistir aos ensaios das escolas de samba.

Por Marcia Machinski


Em qual cidade paulista é possível comer um bife à parmegiana gigante?

Acertou quem respondeu Itu. Como tudo é de tamanho exagerado em Itu, a parmegiana não poderia ser diferente.

Servido pelo Bar do Alemão, o bife agrada tanto pelo tamanho quanto pelo sabor. O chefe de cozinha do restaurante não entrega o segredo da receita, mas garante que há muito mais que filé bovino, queijo prato e molho de tomate na composição do prato.

O restaurante da família Steiner existe em Itu desde a década de 30, possui uma filial em Campinas e recentemente abriu uma nova unidade na cidade de São Paulo.

  • Bar do Alemão (Itu) – Rua Paula Sousa, 575 – Centro – Itu
  • Bar do Alemão (Campinas) – Rua Benjamim Constant, 1969 – Cambuí – Campinas
  • Bar do Alemão (São Paulo) – Rua Juriti, 651 – Moema – São Paulo




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