A maior preocupação dos brasileiros em viagens ao exterior é com a saúde. O maior gasto com as coberturas de viagem fica por conta da assistência médica, chegando a um índice de 81% dos chamados efetuados pelos clientes para o seguro.

Embora preocupações importantes como transbordos locais, língua e câmbio da moeda, passem pela cabeça do brasileiro na hora de fazer uma viagem para o exterior, com certeza a maior das preocupações é a saúde.

E a preocupação é um motivo real: segundo um levantamento feiro pela companhia Mapfre Assistance entre seus clientes, o maior gasto com as coberturas de viagem fica por conta da assistência médica, chegando a um índice de 81% dos chamados efetuados pelos clientes para o seguro. A pesquisa foi realizada no período entre janeiro de 2015 e maio deste ano.

Logo após aparecem as assistências odontológicas (só 6,5% dos chamados) e a compensação por retenção de bagagens e objetos pessoais pelas empresas aéreas (5,36%).  Dentre os destinos de viagem, as chamadas vêm com maior frequência de países como Estados Unidos (49,37%), seguido de Espanha (6,04%) e depois por Portugal (4,05%).

As principais causas dos atendimentos médicos são as doenças, que são responsáveis por 60% das chamadas, principalmente gastroenterite (talvez a mudança do cardápio pode não ser tão sútil para algumas pessoas).

É importante escolher um bom pacote de viagem, que tenha o seguro com assistência médica incluída. Ninguém quer pensar nas fatalidades que podem acontecer, mas é sempre bom se prevenir contra elas, já que você estará em um país estranho e em algumas vezes com a moeda bem mais valorizada que o real. É importante também ter uma reserva extra, já que algumas vezes o seguro pode não cobrir certos procedimentos.

Todo cuidado é pouco quando atravessamos a fronteira do nosso país. Como estaremos fora de nosso território, qualquer item não planejado pode transformar a viagem dos seus sonhos facilmente em um pesadelo. Portanto, pesquise as opções de cobertura médica antes de fechar seu pacote de viagem. Saúde é um item que não se deve economizar, para que o famoso ditado “o barato sai caro” não se realize.

Por Patrícia Generoso

Viagem


Quanto mais a classe C se equipa com salários melhores e obtém maior acesso a créditos, aquisição de bens, entre outros, mais o país tende a ganhar. Se grande parte dos empresários pensasse melhor nesse sentido, não haveria tantas desigualdades; haveria, sobretudo, novas possibilidades, tais como a anunciada em 22 de abril, quinta-feira, pelo Banco Central (BC).

O órgão revelou que os gastos de turistas brasileiros em outros países ultrapassaram a cifra de US$ 3,3 bilhões nos primeiros três meses de 2010, ou seja, alta em 74,2% maior sobre o trimestre inicial do ano passado, quando à ocasião a crise financeira global derrubava as principais economias.

Além dos fatores mencionados anteriormente, há outro levantado pelo portal de notícias G1: desvalorização do dólar ante o real, que há meses ocorre quase que naturalmente, embora o mercado financeiro seja instável em épocas de crise.

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Por Luiz Felipe T. Erdei





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